26 de nov de 2007

Vou estar transcrevendo uma entrevista da Veja... afffff

Uma entrevista da revista Veja, edição 21/11/07, com a financista, atriz e filha do ministro da Fazenda, Marina Mantega, me chamou a atenção... Reflete claramente que a ignorância não atinge apenas a fatia da sociedade que está a mercê do fracassado sistema público de ensino. Evidencia que a ignorância cultural é uma questão de opção de vida...

A personagem em questão desfilará no próximo carnaval pela Acadêmicos da Rocinha e conversou com a Veja:

Veja: Como você entrou na Acadêmicos da Rocinha?
Marina: Na verdade, eles convidaram uma amiga minha e, depois, pediram para ela me perguntar se eu teria interesse de também estar desfilando. Claro, né?

Veja: Como será sua fantasia?
Marina: Não sei ainda, mas espero que seja uma bonita e não seja pequena. Tenho um pouco de vergonha e acho que meu pai vai gostar mais.

Veja: Qual será o enredo da Acadêmicos?
Marina: Ai, não sei te informar.

Veja: Faz tempo que você aprendeu a sambar?
Marina: Olha, estou aprendendo. Ainda preciso de muita aula, mas a cada dia a gente vai melhorando.

Veja: Como está sua carreira de atriz?
Marina: Estou aguardando convites até para fazer teste. Tenho que começar fazendo papéis pequenos para estar ganhando experiência e estar sendo conhecida não só como a filha do ministro. Quero ser reconhecida pelo meu mérito.

Veja: Obrigada pela atenção, Marina.
Marina: Capricha, por favor. Às vezes, vocês (os jornalistas de Veja) desviam um pouquinho de mim. Já tomei algumas porque sou muito sincera demais, mas confio em você.

Recado da Veja: Marina – seu pai vai estar preferindo se você não estiver desfilando de fio-dental.

Recado da Sandra: Marina aceite um conselho – em primeiro lugar, é melhor você não estar confiando em jornalista, em segundo, antes de dar entrevista vá estar estudando língua portuguesa, pelo menos...

2 comentários:

Pacis Editora- Marcelo Fernandes disse...

Mocinha( sobre o texto- simpatia por bandido)
O Freud disse um dia que o que poderemos indentificar como homem, em síntese, é uma mistura de pai, poeta e LOBO.
Não me admira a simpatia pelo bandido. Digo simpatia...
Simpatia também sentimos pela Sandy, por uma freira...:)
No tocante a este, não sei o que dizer. Acho que quando Deus fez uma mulher, a fez perfeita- per/ fectum(Latim por)feita, feita por alguém, no caso ele, ou seja, acabada.
As mulheres são perfeitas, lindas, maravilhosas...:)

renato disse...

Caro Marcelo, perfeiiito sua observação, adorei!!! Abraço,